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Divulgados os números da educação do Censo 2010

Foram divulgados hoje os resultados do Censo 2010 em relação a educação do país. Segundo os números, 49,3% da população acima de 25 anos não completou o ensino fundamental, 11,3% completaram o ensino superior de graduação e 3,3% das crianças e adolescentes de 6 a 14 anos estavam fora das escolas (tudo isso na média nacional).

Se os dados forem avaliados por regiões, os números mostram que ainda há muita desigualdade de educação no país. A média nacional de adolescentes entre 15 e 17 anos que não estudavam era de 16,7%, nas Regiões Norte e Sul o índice foi de 18,7%, maior que o nacional. Já entre as crianças de 6 a 14 anos, na Região Norte a porcentagem foi de 6,1%, bem maior que a média nacional (3,3%).

Na área rural, devido à dificuldade de acesso às escolas pelas longas distâncias que a criança tem de percorrer, os números de abstenção escolar são maiores, nas cidades a porcentagem é de 2,9% já na área rural é de 5% entre a faixa etária de 6 a 14 anos. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, que deveriam freqüentar o ensino médio, os números crescem ainda mais, 21,7% na área rural e 15,6% nas áreas urbanas.

Os números também mostram a desigualdade quando o assunto é renda familiar. Entre as crianças com renda familiar de até um quarto do salário mínimo, 5,2% não freqüentavam o ensino fundamental e 21,1% não freqüentavam o ensino médio. Este número em famílias com renda per capta acima de 3 salários mínimos cai para 1,6% no ensino fundamental e 6,4% para o ensino médio.

Já no ensino superior, a região com mais graduados aos 25 anos ou mais é a Região Sudeste (13,7%), seguida pelo Centro-Oeste (13,2%), Sul (12,1%), Norte (7,6%) e Nordeste (7,1%). Os homens com ensino superior completo no Brasil somam 9,9%, já as mulheres ultrapassam os homens, com 12,5% graduadas. Os homens sem instrução de ensino fundamental somam 50,8%, e as mulheres 47,8%.

O jornalista está ficando menos inteligente?

Erros que jornalistas cometem em publicações impressas por diversas vezes me chamam atenção. Mesmo que a matéria passe pelas mãos de editores, os erros de português muitas vezes passam batidos. E não é só nas publicações impressas que esse erro ocorre, acontece que pelas mídias eletrônicas os erros são cada vez maiores. Além de correr o risco de publicar algo que não corresponde à realidade, os jornalistas deixam erros grotescos passarem despercebidos e serem veiculados em sites e páginas do facebook dos jornais mais famosos.

Entre eles destaco a página do Estadão no facebook, que não são apenas erros de ‘gigitação’. Por dia são pelo menos três erros corrigidos pelos comentários dos seguidores um pouco mais atentos às normas mais simples da nossa língua portuguesa.

Será esse o preço pago pela rápida informação? Sim, essa é a única razão de erros grotescos aparecerem em reportagens veiculadas na internet. Simplesmente a pressa em sem o primeiro a divulgar tal coisa. Ou será mesmo que os jornalistas faltaram nas aulas de português do ensino fundamental?

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