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QUEM SERÁ O PRÓXIMO PAPA?

Papa Bento XVI renunciará dia 28 de fevereiro de 2013. Ele está no cargo desde 2005. Alegando não ter condições físicas suficientes para se manter no papado, ele optou pela renúncia. Ele declara estar consciente da gravidade de sua decisão. O último pontífice a renunciar foi Celestino V em 1224, com apenas cinco meses de pontificado. Gregório XII abdicou a contragosto em 1415 para encerrar uma disputa com um candidato rival à Santa Sé. Outros papas que renunciaram são Ponciano, em 235; Silvério, em 537; João XVIII, em 1009; e Bento IX, em 1045.
Segundo o Vaticano, o motivo de sua renúncia não seria por estar doente.
Até a festa da Páscoa, em 31 de março, o novo Papa deverá ser escolhido.
A VIDA PRIVADA DOS PODEROSOS PAPAS
CURIOSIDADE: A HISTÓRIA DA PAPISA JOANA.
Em sua conta no Twitter Bento XVI declarou: “somos todos pecadores”.

Dicas para a volta às aulas

Por Débora Corigliano – autora do livro Orientado Pais, Educando Filhos

Nesta época do ano a maior preocupação dos pais na volta às aulas é a compra de materiais escolares e uniformes. Querem deixar tudo pronto e arrumadinho para que o filho tenha vontade de voltar às aulas. Porém algo também importante não pode ser deixado de lado.  O recomeço ou para alguns que estão ingressando no ensino fundamental, o começo da vida acadêmica.

Para o aluno iniciar um ano letivo entusiasmado e manter-se assim ao longo do ano, muitos detalhes além do material escolar devem ser providenciados. A família deve se organizar para a nova fase da rotina escolar. Se a criança está ingressando no ensino fundamental ou está nas séries iniciais, vale ressaltar:

  • Organize também um material para estudos, com revistas e gibis para pesquisa;
  • Um local apropriado para fazer as lições, que poderá ser organizado pela própria criança;
  • Uma caixa contendo lápis, tinta, cola tesoura e outros itens para realização das tarefas;
  • Jogos que correspondam à faixa etária de seu filho, que estimulem a alfabetização, a linguagem escrita, a matemática ou até a língua inglesa;
  • Estabeleça com ele uma rotina de atividades, com horários para estudo, lição de casa, TV, computador, vídeo game entre outras atividades;
  • Não esqueça de colocar nesta rotina o momento do “ócio”, toda criança precisa ter um momento para brincar, descansar ou simplesmente ficar a toa.

Se a criança está na adolescência e já possui alguns hábitos que precisam ser melhorados, vale ressaltar:

  • Organize seu local de estudo, não é porque ele já é adolescente que precisará fazer isso sozinho, com a parceria dos pais tudo fica mais fácil e prazeroso;
  •  Organize com seu filho uma rotina diária de estudos;
  • Monte um quadro de atividades, incluindo tempo para estudos e diversão;
  • Dê para seu filho de presente alguma literatura que faça parte de seu dia a dia. Por exemplo, se ele é fanático por futebol, compre um livro ou revista sobre este assunto. Com certeza ele terá prazer em fazer esta leitura e poderá ser o início de um novo hábito saudável;
  • Proponha grupo de estudos em sua casa, adolescente gosta de atividades em grupo. E o ato de ser a anfitriã fará com que você ganhe pontos com seu filho;
  • Atividades culturais podem fazer parte da agenda de seu filho. Organize-se para tal.

O mais importante é você estar presente na vida escolar de seu filho. Por mais que ele apresente autonomia e responsabilidade, a presença e o interesse dos pais sempre será um incentivo para esta fase acadêmica.

Seja exemplo nas diversas ações relacionadas ao estudo, hábitos de leitura e comportamental. Muitas vezes uma ação vale mais que muitas palavras.

Boa sorte nesta nova fase!

MEC divulga lista de cursos de graduação com nota insatisfatória

Foi divulgada hoje, no Diário Oficial da União, pelo Ministério da Educação (MEC) a lista atualizada dos cursos de graduação que tiveram resultados insatisfatórios no Conceito Preliminar de Curso (CPC) do ano de 2011. A relação é composta por 38 cursos de 21 instituições de ensino superior do Brasil. Universidades particulares, como PUC-São Paulo, PUC-Campinas e Mackenzie, institutos e universidades federais compõem a lista.

Os cursos que receberam nota 2 no CPC incluem Ciências Biológicas, Ciências Sociais, Educação Física, Engenharia Civil, Letras (Português e Inglês) e Química da PUC-Campinas; Geografia e História da PUC-São Paulo e Arquitetura e Urbanismo da Mackenzie. Todos que obtiveram resultado negativo terão suspensão de suas autonomias com o impedimento de abertura de novas vagas.  Os cursos com nota menor que 3 no CPC também ficam impossibilitados de oferecer o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As universidades da lista deverão tomar medidas cautelares para melhorias do corpo docente e da infraestrutura (biblioteca, salas e equipamentos obrigatórios). Os planos devem ser apresentados em 60 dias (para o corpo docente) e em 180 dias (para a infraestrutura) e serão acompanhados por uma comissão que fará relatórios a cada dois meses para avaliar a correção das carências apontadas pelo MEC.

Clique aqui para conferir a lista completa dos cursos.

Recesso de fim de ano

Entre os dias 21/12 e 07/01/13 a Editora Autores Associados entrará em recesso devido as Festa de Fim de Ano.

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Queremos aproveitar este espaço para desejar a vocês, que muito representam para a Editora e que nos ajudaram sempre a crescer, uma excelente noite de Natal, repleta de paz e harmonia, e um ano de 2013 recheado de realizações, saúde, amor e paz! Que possamos estar juntos mais uma vez no ano que se aproxima.

São os sinceros votos de toda a esquipe da Editora Autores Associados.

Até 2013!

Deixem as crianças serem crianças!

Por Débora Corigliano – autora do livro Orientado Pais, Educando Filhos

Ultimamente tenho conversado com pais que apresentam uma ansiedade muito grande com relação ao futuro de seus filhos. Pensam tanto no amanhã que se esquecem totalmente de viver o hoje ao lado dos filhos que amam.

Minha infância lembro-me bem, foi passada na rua , brincando, aprendendo, descobrindo e fazendo amigos. Aprendi a andar de bicicleta, a jogar bola, fazer comidinha (com terra e plantinhas), pular amarelinha, brincar de esconde-esconde, pega–pega, duro-mole entre tantas outras brincadeiras. Existia sim, uma rotina: escola, almoço, lição de casa e brincar. Tudo dentro de uma harmonia que hoje vejo, era a  ideal. No tempo que exercia a função de ser criança aprendi muitas coisas que carrego até hoje e essas lembranças me deixam muito feliz, saudosa até!

Lanço aqui uma pergunta. Seu filho vai ter saudades de que?  Da rotina apressada entre escola, aula de ballet, inglês, natação e futebol? De amigos que só conhece virtualmente pelas redes sociais?  E você me responde:

-Mas estamos na era da globalização, meu filho tem que “estar” atualizado.

E eu vou dizer: que bom, mas ele precisa ter tempo de ser criança. Ele precisa fazer coisas de criança, brincar não só com jogos educativos e sim com terra, com água, na chuva, no banho, com tinta, com bola, com amigos reais e não só super heróis, ouvir, criar e contar histórias. Inventar brincadeiras, aprender as brincadeiras típicas da infância, assim como as músicas, a nossa cultura.

São pequenas ações que compreendem o universo infantil e dão margem a uma vida saudável e feliz.

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Hoje em dia as crianças convivem com crianças na escola, porém isso não basta, pois mesmo neste ambiente infantil, a liberdade de escolha e o tempo não estão disponíveis. Faz-se necessário, na infância, o ócio, que nesta fase será o tempo mais produtivo que ela terá.

Pais inteligentes emocionalmente buscam para seus filhos uma vivência apropriada a sua faixa etária, sem cobranças nem exigências.

Percebo que devido à correria do dia–a–dia muitos pais apressam também a vida de seus filhos querendo que falem antes do tempo, que andem precocemente, que deixem de usar as fraldas rapidamente, que leiam e escrevam antes mesmo de conseguirem tomar banho sozinhos. E caso uma dessas etapas seja vencida antecipadamente a cobrança aumenta e essa criança vive em meio à ansiedade, exigências e muitas dúvidas.

Calma Pais! Deixem as crianças serem crianças.

Cada criança tem seu tempo, eu sempre exemplifico dessa forma, ela tem o tempo  para começar a falar, andar e se alfabetizar.  E o melhor tempo é o de brincar. Li recentemente um texto que fala sobre o direito de brincar de Gilberto Dimenstein. Ele define o brincar de uma forma tão agradável que resolvi transcrever um trecho do artigo.

“Brincar é, em essência, experimentar a emoção da descoberta. É surpreender-se investigando, no cume da árvore, as frutas e as flores. É admirar as conchas da praia, olhar os peixes no rio, sentir o gosto da chuva no rosto, sujar-se na lama, entrar nas cavernas. Ou, simplesmente, ficar sem fazer nada vendo as coisas, quaisquer coisas passarem, entretido com o canto de um pássaro. É cutucar a terra, descobrir a minhoca cortá-la em pedaços e ver as várias partes se contorcerem.  É ficar sentado, intrigado com as cores do arco-íris. Na brincadeira, unem-se o prazer e o aprendizado.”

Proporcionem aos seus filhos alguns momentos para que eles exerçam o papel de criança.

Aproveite o tempo que seu filho brinca, para observá-lo. Eu sempre oriento isso aos pais, pois quando os observamos estamos descobrindo suas reações. E no momento em  que a criança está brincando, fantasiando, criando, suas ações e reações estão latente e facilmente você as perceberá.

Quando eu era professora, tinha uma turma de maternal (crianças de 3 anos). Na sala de aula havia um aluno lindo, chamava-se Fernando. Ele não gostava de brincar com nada que sujasse sua mão, sempre que eu oferecia massinha, argila ou tinta, sentia que ele tinha vontade de brincar, mas algo maior fazia com que ele recusasse e ficasse apenas olhando os amigos. Isso me preocupava muito, pois eu queria que ele participasse das brincadeiras e nessas atividades as crianças aprendiam muito. Um dia marquei reunião com a mãe do Fernando e questionei como ele agia em casa com relação a sujar as mãos. A mãe respondeu que dificilmente isso acontecia em casa, pois ela era dentista e o pai médico, ambos tinham o hábito de lavar as mãos várias vezes e que cobravam esta postura higiênica do menino sem contar que não gostavam que ele se sujasse. Eu calmamente fui explicando para a mãe que Fernando era um menino de 3 anos e precisava brincar se sujar e experimentar várias coisas, que como mãe ela deveria autorizá-lo a sujar as mãos. Depois da nossa reunião, a família do Fernando mudou a postura e o mesmo passou a descobrir muitas coisas. Lembro-me tão bem o primeiro contato dele com a tinta, a alegria de carimbar suas mãos azuis no papel e sentir a textura e a temperatura que essa sensação lhe causava. A cada dia Fernando descobria coisas novas e sentia-se mais feliz. No final daquele ano, os pais de Fernando vieram conversar comigo sobre o quanto ele tinha mudado para melhor e como eles (os pais) também haviam aprendido a oferecer oportunidades para o filho.

Como foi sua infância? Do que você como mãe, pai ou responsável por uma criança, lembram da infância. Se você só tem lembranças ruins, vale a pena rever o que você está proporcionando ao seu filho. Caso suas lembranças sejam positivas, use-as como exemplo para que seu filho possa ter a mesma oportunidade que você.

Lembre-se que minha sugestão de proporcionar uma infância boa a seu filho, não envolve custo, apenas tempo e dedicação.

Para que seu filho exerça a função de ser criança, ele não precisa de brinquedos caros, vídeo game de última geração, basta apenas que ele tenha oportunidades para brincar, criar e ser feliz.

Crianças que vivem como  “ crianças”  têm em comum o desenvolvimento pleno de suas habilidades. Mesmo hoje, quando comentamos que as crianças  são diferentes  das de 20 anos atrás, precisamos  vê-las como tal. Respeitando-a  sem delegar  pressões e poderes que a  sociedade atual  insiste em forçar. A infância deve durar o maior tempo possível, e todos os pais devem colaborar para que uma menina de 10 anos ainda tenha característica de criança e não a de um adulto em miniatura.

Você quer saber se seu filho realmente está vivendo uma infância feliz? Pergunte para ele o que é ser criança.  Baseado nas respostas, você perceberá que tipo de infância está oferecendo a ele e se tem algo a mudar. Boa Sorte!

A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DIGITAL

Por Professora Isabel Aguiar

Nos últimos anos houve um crescimento das tecnologias e meios de informação e também um aumento dos usuários. Porém, muitos ainda não têm o acesso a essas ferramentas. Nesse sentido, analisarei se o direito à inclusão digital pode ser considerado como um direito fundamental, previsto pela Constituição Federal de 1988. A “internet” é hoje um dos meios de comunicação social mais necessários dentro do contexto sócio- econômico e tecnológico do País e possibilita, por sua vez, a participação do cidadão na sociedade moderna, mediante a pluralidade de serviços e informações, ou seja, a promessa de um mundo sem fronteiras, permitindo a agilidade das comunicações, dos negócios, das transações econômicas e da própria circulação de informação.

A INCLUSÃO DIGITAL E A SUA RELAÇÃO COM OS DIREITOS FUNDAMENTAIS

 O rol de direitos e garantias fundamentais previstos no art. 5º da Carta Magna vigente é o reflexo dos direitos fundamentais consolidados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, e dos demais instrumentos jurídicos que surgiram após a Segunda Guerra Mundial, inspirados pelos ideais iluministas, no final do século XVIII. O “caput” do art. 5º declara que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: […]”. Podem-se verificar no artigo supracitado cinco valores fundamentais que foram considerados em relação à dignidade da pessoa humana, fundamento da República Federativa do Brasil (CF, art.1º, III).

Dentre os valores, irei ao encontro do direito/garantia “liberdade”, que é um fundamento para a compreensão da necessidade da democratização da inclusão digital no Brasil. Ampliando esse entendimento ao acesso à informação digital, percebe-se que a liberdade de expressão ou opinião é uma garantida constitucionalmente prevista e que deve ser concretizada de forma plena. O pensador e filósofo Aristóteles já dizia que: “o homem é um ser social por excelência”. Portanto, a comunicação é inerente à condição humana dentro de qualquer agrupamento ou sociedade. Considerando a dinâmica dos meios de comunicação, pode-se pensar que a comunicação virtual também é um fator determinante para a inclusão de seus “navegantes, internautas”, em contrapartida “a exclusão digital é uma condição fática que fere o direito de todo cidadão ao acesso à informação, pressuposto inafastável do pleno exercício de cidadania” (MARINHO; RIBEIRO; COSTA E HOESCHL, 2003, p.6).

Segundo o constitucionalista, José Francisco Cunha Ferraz Filho, “o direito de expressar o pensamento sobre qualquer tema é pressuposto da vida democrática” e por isso pertencente a cada indivíduo, o que consiste na inclusão digital como uma nova geração dos direitos fundamentais. O jurista Karel Vasak, naturalizado francês propôs, em 1789, três gerações dos direitos humanos, apresentados na palestra do Instituto Internacional dos Direitos Humanos de Estraburgo. Vasak teve sua inspiração nos ideais da Revolução Francesa (Liberdade, Igualdade e Fraternidade). A primeira geração foi a dos direitos civis e políticos, a segunda a dos direitos econômicos, sociais e culturais e a terceira a dos direitos de solidariedade ou fraternidade (à paz e ao meio ambiente). Mais tarde, outras gerações foram acrescentadas à tríade de Karel. Os direitos à democracia, à informação e ao pluralismo compuseram a quarta geração, apresentada pelo professor e constitucionalista Paulo Bonavides. E com a globalização outras já foram pensadas para acompanhar os avanços da tecnologia. Nesse sentido, José Alcebiades Junior concebeu a quinta dimensão, a dos direitos da realidade virtual, decorrente do desenvolvimento da cibernética (BECHARA, 2005, p. 33-37). Portanto, o direito ao livre acesso da informação deve ser destinado a todos os que queiram recebê-lo, sem individualizar e/ou dividir informações que virão a ser transmitidas aos seus futuros usuários. E através da segurança jurídica estabelecida pela norma constituinte almejasse alcançar o bem comum; cabe nesse momento a colocação do consultor jurídico Marcelo Bechara, o qual afirma que “qualquer política de inclusão digital não é nada mais do que a garantia plena de uma conquista há muito consolidada internacionalmente […] os avanços tecnológicos devem ser compartilhados entre todos, sob pena dos direitos mais personalíssimos do ser humano restarem cada vez mais distantes”.

A importância da inclusão digital para os cidadãos pode ser observada em toda a sociedade como um fator de transformação social, pois reflete diretamente na realidade da população. Novos projetos são pensados e implantados com a finalidade de incluir as camadas de baixa renda nesse mundo virtual. Entretanto, para que haja uma visível mudança no crescimento do Estado brasileiro, faz-se necessário investir também na educação (preparações pessoal e profissional), considerando que os pressupostos relacionados às áreas sociais, culturais, políticas e econômicas compõem uma estrutura complexa, que vise o bem comum (o interesse público; coletivo).

Fonte: http://www.webartigos.com

Ajude uma criança a ter um sonho realizado no Natal

A 23ª edição da Campanha Papai Noel, dos Correios, já está acontecendo desde o mês de novembro. Nos estados de Distrito Federal, Ceará, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima esta semana é a última para adotar as cartinhas das crianças diretamente na agência dos Correios.

Para quem não sabe como funciona a campanha, é bem simples: os Correios pegam todas as cartinhas endereçadas ao Papai Noel, as cadastram e um ‘padrinho’ vai até a agência e adota a cartinha que preferir, podendo respondê-la e enviar o presente das crianças e adultos de todo país. No ano passado foram mais de 1 milhão de cartas e quase 700 mil presentes entregues. O ano de 2009 foi o que mais recebeu cartas, chegando a quase 2 milhões (1.981.154) de pedidos recebidos.

A campanha surgiu dos próprios funcionários da empresa, que se sensibilizaram ao ver tantas cartas endereçadas ao Bom Velhinho e resolveram começar a respondê-las.

Que tal deixar de lado aquele gasto supérfluo e ajudar crianças a terem seus sonhos realizados? Acesse o site dos Correios e saiba a unidade mais perto de você que tenha o ponto de adoção e leitura de cartas. Curta a Campanha pelo fanpage no Facebook também e ajude o Natal de uma criança carente ser mais alegre!Imagem