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Estudo indica que leitura de poesias estimula o cérebro

Segundo um estudo da Universidade de Liverpool, publicado na última terça-feira (16), a leitura de autores clássicos e poesias estimula mais o cérebro, e consequentemente pode ser mais eficaz em tratamentos, do que a leitura de livros de autoajuda.

30 voluntários tiveram as atividades cerebrais monitoradas por estudantes de psicologia, ciências e literatura inglesa da Universidade que realizou o estudo. Eles leram trechos de textos clássicos e, em seguida, as mesmas passagens, mas traduzidas para a linguagem coloquial.

Foi avaliado que a atividade cerebral dispara na leitura de poesias, pois elas têm palavras incomuns (ou pouco usadas) e a distribuição semântica das frases é mais complexa que um texto comum. Na leitura dos trechos com uso da linguagem coloquial o cérebro não apresentou a mesma atividade. Segundo a pesquisa, a excitação do cérebro se mantém por um longo período de tempo e acontece no lado direito do cerebelo, local em que são armazenadas as lembranças autobiográficas, ajudando a refletir sobre elas e a entendê-las melhor e de outra perspectiva.

“A poesia não é só uma questão de estilo. A descrição profunda de experiências acrescenta elementos emocionais e biográficos ao conhecimento cognitivo que já possuímos de nossas lembranças”, explicou David, encarregado na apresentação do estudo.

Dica da Autores

A Autores Associados possui três títulos publicados de livros com poesias e poemas. Eles são voltados para o público infantil, dentro do selo Ciranda de Letras, mas nada impede a apreciação do público adulto.

Clique no nome do livro para ser direcionado à loja virtual.

Aurora da Vida – Maria Aparecida Motta

Ilustrações – Isis Zahara

O livro reúne poemas que falam dos primeiros anos do ser humano, quando os mais profundos ensaios da existência afloram rumo à maturidade. Destina-se a todas as crianças de hoje e também àquelas que nos enternecem, saudosos, no interior de casa um de nós.

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O Jardim de Todos – Carlos Rodrigues Brandão

Ilustrações – Isis Zahar

“Vocês sabem por que é que este livro tem este nome? É fácil. É que pensamos que todas as coisas boas da Vida bem que podiam ser de toda a Gente. Bom que podiam ser, o tempo todo, de todas as Pessoas. De todos nós. Assim: de todas as mulheres e de todos os homens, de todas as crianças, de todos os jovens, de todos velhos, e até de todos os adultos.”

Rosas do Tempo – Maria Aparecida Motta

Seleção de poemas que falam da vida e da morte, do amor, dos dramas existenciais e dos dramas do mundo atual, e evocam o sublime nas coisas simples, provocando sentimentos elevados e educando para a solidariedade.

De Repente é Quase Agora – Carlos Rodrigues Brandão

Ilustrações – Bruna Barros

Livro de poemas e poesias com perguntas que induzem a criança (jovens e adultos também) a pensar e refletir sobre “o que é… ser alguém?”. As poesias nele contidas também levam o leitor a viver e a aproveitar a poesia que envolve as coisas simples da vida e os sentimentos que estes desencadeiam em todos nós.

Previsão de lançamento: 1º semestre/2013

frente - de repente é quase agora

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Como anda sua pronúncia?

Você acha que pronuncia bem as palavras em inglês? De acordo com o blog Spelling, o texto abaixo contém todas as palavras de difícil pronúncia juntas em um poema. Se você conseguir pronunciar corretamente todas as palavras, então você estará falando inglês melhor do que 90% dos nativos dessa língua!

Tente passar da quinta linha sem ficar com dúvidas:

Dearest creature in creation,
Study English pronunciation.
I will teach you in my verse
Sounds like corpse, corps, horse, and worse.
I will keep you, Suzy, busy,
Make your head with heat grow dizzy.
Tear in eye, your dress will tear.
So shall I! Oh hear my prayer.
Just compare heart, beard, and heard,
Dies and diet, lord and word,
Sword and sward, retain and Britain.
(Mind the latter, how it’s written.)
Now I surely will not plague you
With such words as plaque and ague.
But be careful how you speak:
Say break and steak, but bleak and streak;
Cloven, oven, how and low,
Script, receipt, show, poem, and toe.
Hear me say, devoid of trickery,
Daughter, laughter, and Terpsichore,
Typhoid, measles, topsails, aisles,
Exiles, similes, and reviles;
Scholar, vicar, and cigar,
Solar, mica, war and far;
One, anemone, Balmoral,
Kitchen, lichen, laundry, laurel;
Gertrude, German, wind and mind,
Scene, Melpomene, mankind.
Billet does not rhyme with ballet,
Bouquet, wallet, mallet, chalet.
Blood and flood are not like food,
Nor is mould like should and would.
Viscous, viscount, load and broad,
Toward, to forward, to reward.
And your pronunciation’s OK
When you correctly say croquet,
Rounded, wounded, grieve and sieve,
Friend and fiend, alive and live.
Ivy, privy, famous; clamour
And enamour rhyme with hammer.
River, rival, tomb, bomb, comb,
Doll and roll and some and home.
Stranger does not rhyme with anger,
Neither does devour with clangour.
Souls but foul, haunt but aunt,
Font, front, wont, want, grand, and grant,
Shoes, goes, does. Now first say finger,
And then singer, ginger, linger,
Real, zeal, mauve, gauze, gouge and gauge,
Marriage, foliage, mirage, and age.
Query does not rhyme with very,
Nor does fury sound like bury.
Dost, lost, post and doth, cloth, loth.
Job, nob, bosom, transom, oath.
Though the differences seem little,
We say actual but victual.
Refer does not rhyme with deafer.
Foeffer does, and zephyr, heifer.
Mint, pint, senate and sedate;
Dull, bull, and George ate late.
Scenic, Arabic, Pacific,
Science, conscience, scientific.
Liberty, library, heave and heaven,
Rachel, ache, moustache, eleven.
We say hallowed, but allowed,
People, leopard, towed, but vowed.
Mark the differences, moreover,
Between mover, cover, clover;
Leeches, breeches, wise, precise,
Chalice, but police and lice;
Camel, constable, unstable,
Principle, disciple, label.
Petal, panel, and canal,
Wait, surprise, plait, promise, pal.
Worm and storm, chaise, chaos, chair,
Senator, spectator, mayor.
Tour, but our and succour, four.
Gas, alas, and Arkansas.
Sea, idea, Korea, area,
Psalm, Maria, but malaria.
Youth, south, southern, cleanse and clean.
Doctrine, turpentine, marine.
Compare alien with Italian,
Dandelion and battalion.
Sally with ally, yea, ye,
Eye, I, ay, aye, whey, and key.
Say aver, but ever, fever,
Neither, leisure, skein, deceiver.
Heron, granary, canary.
Crevice and device and aerie.
Face, but preface, not efface.
Phlegm, phlegmatic, ass, glass, bass.
Large, but target, gin, give, verging,
Ought, out, joust and scour, scourging.
Ear, but earn and wear and tear
Do not rhyme with here but ere.
Seven is right, but so is even,
Hyphen, roughen, nephew Stephen,
Monkey, donkey, Turk and jerk,
Ask, grasp, wasp, and cork and work.
Pronunciation (think of Psyche!)
Is a paling stout and spikey?
Won’t it make you lose your wits,
Writing groats and saying grits?
It’s a dark abyss or tunnel:
Strewn with stones, stowed, solace, gunwale,
Islington and Isle of Wight,
Housewife, verdict and indict.
Finally, which rhymes with enough,
Though, through, plough, or dough, or cough?
Hiccough has the sound of cup.
My advice is to give up!!!

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Se ainda está curioso quanto a correta pronúncia, você pode colocar o texto no Google Tradutor e clicar em “Ouvir”, ao lado da caixa onde o texto está e conferir se você é tão bom em inglês.

Fonte: Spelling