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Regulamentação da profissão de historiador

PARA HISTORIADORES E ACADÊMICOS DE HISTÓRIA DE TODO O BRASIL:

Estamos solicitado apoio para a aprovação do Projeto de Regulamentação da Profissão de Historiador (PL 4699, de 2012). Nossa intenção é que entre em votação na Câmara dos Deputados na próxima semana, antes do recesso, e possamos anunciar a aprovação no XXVII Simpósio Nacional de História em Natal (22 a 26/07). Neste sentido, é muito importante entrar em contato com os DEPUTADOS FEDERAIS de seu estado para votarem a favor deste Projeto de Lei. Estamos disponibilizando carta assinada pelo presidente de ANPUH-Brasil que pode ajudar no contato com os deputados (é só enviar seu e-mail que enviamos). PRECISAMOS NOS MOBILIZAR! PRECISAMOS PEDIR APOIO AOS DEPUTADOS FEDERAIS PARA VOTAREM A FAVOR DA REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE HISTORIADOR!

LEIA AQUI ( http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/arquivo-conversa-cappuccino-8 ) ENTREVISTA COM O SENADOR PAULO PAIM ( PT – RS) AUTOR DO PROJETO DE LEI QUE PREVÊ A REGULAMENTAÇÃO DO OFÍCIO DE HISTORIADOR NO BRASIL.

Acesse e saiba mais http://www.profisabelaguiar.blogspot.com.br/

A HISTÓRIA DO ORIGAMI

Origamis feitos pelos alunos do colégio I.F.J.P.S.

Segundo estudiosos, a origem do Origami é tão antiga quanto à origem do papel.

O papel surgiu na China, em 105 a.C. para substituir a seda que era usada para escrever. T´Sai Lun (administrador do palácio do imperador chinês) foi o responsável por essa descoberta, ele misturou panos, redes de pesca e cascas de árvores. No império chinês essa técnica virou segredo e foi guardada por muito tempo. Somente no século VI ela chegou ao Japão, por intermédio dos monges budistas chineses, mas só a nobreza tinha acesso, pois era considerado um artigo de luxo, usado em moldes de quimonos e em festas religiosas (Shino).O origami foi introduzido nessas festas:

Nos casamentos eram feito copos de vinho tinto, dobrados em papel, com borboletas, representando a união dos noivos;

Os diplomas eram dobrados de maneira especial, e se abertos não podiam voltar a ser fechados sem que fossem feitas novas dobras;

Os samurais se presenteavam com o “Noshi”, que são pedaços de papel dobrados em forma de leque, amarrados com tiras de carne seca.

Entre 1338 e 1576 o papel se tornou mais acessível e os adornos usados distinguiam as classes sociais. As figuras criadas eram passadas, oralmente, de mãe para filha e somente as dobraduras mais simples eram trabalhadas.

Os primeiros livros de Origami surgiram no período de 1603 a 1867, mas o primeiro com instruções foi “Como Dobrar Mil Tsurus” – Senbazuru Orikata, em 1797. A partir daí o origami tornou-se uma forma de arte muito popular. O livro “Kan No Mado”, publicado em 1845, incluía cerca de 150 modelos de origami, dentre eles o origami de sapo. Este é o marco do crescimento do Origami como atividade recreativa no Japão.

Akira Yoshizawa é o pai da Origami Moderno, ele inventou os Símbolos usados nas atuais instruções passo-a-passo, para ele o Origami é uma filosofia de vida. Depois da invenção do papel o mais importante para o Origami é o Sistema Yoshizawa – Randlett, 1956, pois ele permite a difusão internacional das diversas criações.

No Japão o sapo representa o amor e a fertilidade; a tartaruga, a longevidade e o tsuru (ave-símbolo do Origami), também conhecido como grou ou cegonha, significa boa sorte, felicidade e saúde.

Na Espanha a arte de dobrar papel chegou com os Mouros, do Norte da África, no século VIII, mas só eram criadas figuras geométricas porque a religião proibia a criação de formas animais. Da Espanha, entrou na Europa com as rotas comerciais marítimas e tempos depois chegou aos Estados Unidos.

Reza a lenda que quem fizer mil tsurus, desejando algo, terá sucesso.

 

QUEM SERÁ O PRÓXIMO PAPA?

Papa Bento XVI renunciará dia 28 de fevereiro de 2013. Ele está no cargo desde 2005. Alegando não ter condições físicas suficientes para se manter no papado, ele optou pela renúncia. Ele declara estar consciente da gravidade de sua decisão. O último pontífice a renunciar foi Celestino V em 1224, com apenas cinco meses de pontificado. Gregório XII abdicou a contragosto em 1415 para encerrar uma disputa com um candidato rival à Santa Sé. Outros papas que renunciaram são Ponciano, em 235; Silvério, em 537; João XVIII, em 1009; e Bento IX, em 1045.
Segundo o Vaticano, o motivo de sua renúncia não seria por estar doente.
Até a festa da Páscoa, em 31 de março, o novo Papa deverá ser escolhido.
A VIDA PRIVADA DOS PODEROSOS PAPAS
CURIOSIDADE: A HISTÓRIA DA PAPISA JOANA.
Em sua conta no Twitter Bento XVI declarou: “somos todos pecadores”.

Episódios dos Simpsons para estudar História

Por Isabel Aguiar

Criada em 1987 e completando 500 episódios este mês, Os Simpsons é a série mais longa a ocupar o horário nobre da TV americana. Quem curte o desenho sabe que ele é cheio de referências de todo tipo – inclusive históricas. Para comemorar o recorde, listamos alguns episódios que podem ajudar quem está se preparando para o vestibular. Como os fatos históricos não são contados com exatidão pela família amarela, fica a ideia de um desafio para você: comparar a versão deles com os fatos reais e tentar encontrar as diferenças e referências. É um jeito bem mais divertido de estudar – e facilita a memorização!

 CLIQUE AQUI e assista a todas as temporadas e localize os episódios que podem ajudar no estudo de História.

 Lemon of Troy (O Limoeiro de Troia)

Temporada 6, episódio 24

Para estudar: Guerra deTroia

 Como indica o próprio nome do episódio, a história é uma referência à lenda da Guerra de Troia, contada pelo poeta grego Homero. Os gregos teriam declarado guerra contra seus vizinhos troianos após o rapto de sua mais famosa e bonita cidadã do sexo feminino, a princesa Helena. No desenho, depois de uma discussão com Bart e seus amigos, os meninos de Shelbyville (a cidade vizinha) roubam o limoeiro histórico de Springfield. Ao descobrir isso, Bart, Milhouse, Nelson, Martin e Todd usam um plano semelhante ao do Cavalo de Tróia para recuperar a árvore na cidade inimiga.

Margical History Tour (Marge Viaja na História )

Temporada 15, episódio 11

Para estudar: Henrique VIII da Inglaterra e a criação da Igreja Anglicana, no século 16

 

Marge leva Lisa, Bart e Milhouse para fazer um trabalho na biblioteca de Springfield, mas descobrem que todos os livros importantes foram levados embora. Marge decide então dar uma aula do que os meninos precisavam estudar. Uma delas é a história do rei Henrique VII (Homer), que decide se divorciar de sua primeira esposa (Marge) porque ela não consegue lhe dar um herdeiro do sexo masculino. Como a Igreja Católica não lhe permitiu o divórcio, ele decide criar sua própria igreja e casa-se com Ana Bolena. O problema é que ela também não lhe dá filhos homens e o rei passa por vários casamentos, sem nunca conseguir o que deseja.

 Homer vs. the Eighteenth Amendment (Homer contra a Lei Seca)

Temporada 8, episódio 18

Para estudar: a Lei Seca nos Estados Unidos nos anos 1920

 

 O episódio faz referência à Lei Seca colocada em vigor com a 18ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos, que proibiu a venda, fabricação e transporte de bebidas alcoólicas entre 1920 e 1933. A população apoiou a medida inicialmente, mas depois o comércio e consumo ilegal de bebidas se tornaram comuns, com traficantes e mafiosos como Al Capone ganhando um imenso poder e fortuna. Nos Simpsons, a questão aparece após uma comemoração cheia de excessos do dia de São Patrício. Bart fica bêbado na frente de uma câmera de TV e, chocadas, as esposas de Springfield exigem uma lei que impeça o consumo exagerado de bebida na cidade. Então é reativada a Lei Seca, que havia sido criada 200 anos antes e estabelecia a “pena da catapulta” para quem a desrespeitasse. A partir daí, Homer se torna o “Barão da Cerveja”, vendendo a bebida ilegalmente.

 The way we was (Nós somos jovens, jovens)

Episódio 25, temporada 2

Mother Simpson (Vovó Simpson)

Episódio 8, temporada 7

Para estudar: anos 60 e 70 e o feminismo

 

 Em “The way we was”, a TV da família quebra e Marge decide contar para Bart e Lisa a história de como ela e Homer se conheceram. Voltamos então para 1974, com muitas referências culturais da época, como o feminismo – Marge até chega a queimar seu sutiã.

 Em “Mother Simpson”, Homer inventa um plano para fingir que morreu só para não ter que trabalhar num sábado. O problema é que todo mundo acreditou – inclusive a sua mãe, Mona Simpson, sumida há quase 30 anos e que volta para o suposto enterro do filho. Lisa e Bart perguntam porque ela sumiu por tanto tempo e ela conta a sua história, que se passa no ano de 1969. Na época, ela se junta ao movimento hippie e se envolve em confusões com a polícia por se envolver em protestos, tendo de fugir. O nome da vovó Simpson foi uma homenagem à verdadeira Mona Simpson, uma escritora americana feminista nascida em 1957 que foi casada com Richard Appel, um dos escritores da série. Mona é também a irmã biológica mais nova de Steve Jobs.

Lisa’s First Word (A primeira palavra de Lisa)

Episódio 10, temporada 4

Para estudar: a Guerra Fria e os anos 80

 Enquanto tentam fazer Maggie falar “papai”, Homer conta a história da primeira palavra de Lisa. Para isso, voltam aos anos 80 em um episódio cheio de referências da época, incluindo a Guerra Fria e o boicote da União Soviética às Olimpíadas de 1984 em Los Angeles, Estados Unidos, em retaliação ao boicote aos Jogos Olímpicos de Verão de 1980 encabeçado pelos EUA. Com isso, os americanos dominam o evento e Krusty, que havia prometido um hambúrguer para cada medalha de ouro que o país ganhasse, se dá mal e perde milhões de dólares com a promoção.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br

A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DIGITAL

Por Professora Isabel Aguiar

Nos últimos anos houve um crescimento das tecnologias e meios de informação e também um aumento dos usuários. Porém, muitos ainda não têm o acesso a essas ferramentas. Nesse sentido, analisarei se o direito à inclusão digital pode ser considerado como um direito fundamental, previsto pela Constituição Federal de 1988. A “internet” é hoje um dos meios de comunicação social mais necessários dentro do contexto sócio- econômico e tecnológico do País e possibilita, por sua vez, a participação do cidadão na sociedade moderna, mediante a pluralidade de serviços e informações, ou seja, a promessa de um mundo sem fronteiras, permitindo a agilidade das comunicações, dos negócios, das transações econômicas e da própria circulação de informação.

A INCLUSÃO DIGITAL E A SUA RELAÇÃO COM OS DIREITOS FUNDAMENTAIS

 O rol de direitos e garantias fundamentais previstos no art. 5º da Carta Magna vigente é o reflexo dos direitos fundamentais consolidados pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, e dos demais instrumentos jurídicos que surgiram após a Segunda Guerra Mundial, inspirados pelos ideais iluministas, no final do século XVIII. O “caput” do art. 5º declara que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: […]”. Podem-se verificar no artigo supracitado cinco valores fundamentais que foram considerados em relação à dignidade da pessoa humana, fundamento da República Federativa do Brasil (CF, art.1º, III).

Dentre os valores, irei ao encontro do direito/garantia “liberdade”, que é um fundamento para a compreensão da necessidade da democratização da inclusão digital no Brasil. Ampliando esse entendimento ao acesso à informação digital, percebe-se que a liberdade de expressão ou opinião é uma garantida constitucionalmente prevista e que deve ser concretizada de forma plena. O pensador e filósofo Aristóteles já dizia que: “o homem é um ser social por excelência”. Portanto, a comunicação é inerente à condição humana dentro de qualquer agrupamento ou sociedade. Considerando a dinâmica dos meios de comunicação, pode-se pensar que a comunicação virtual também é um fator determinante para a inclusão de seus “navegantes, internautas”, em contrapartida “a exclusão digital é uma condição fática que fere o direito de todo cidadão ao acesso à informação, pressuposto inafastável do pleno exercício de cidadania” (MARINHO; RIBEIRO; COSTA E HOESCHL, 2003, p.6).

Segundo o constitucionalista, José Francisco Cunha Ferraz Filho, “o direito de expressar o pensamento sobre qualquer tema é pressuposto da vida democrática” e por isso pertencente a cada indivíduo, o que consiste na inclusão digital como uma nova geração dos direitos fundamentais. O jurista Karel Vasak, naturalizado francês propôs, em 1789, três gerações dos direitos humanos, apresentados na palestra do Instituto Internacional dos Direitos Humanos de Estraburgo. Vasak teve sua inspiração nos ideais da Revolução Francesa (Liberdade, Igualdade e Fraternidade). A primeira geração foi a dos direitos civis e políticos, a segunda a dos direitos econômicos, sociais e culturais e a terceira a dos direitos de solidariedade ou fraternidade (à paz e ao meio ambiente). Mais tarde, outras gerações foram acrescentadas à tríade de Karel. Os direitos à democracia, à informação e ao pluralismo compuseram a quarta geração, apresentada pelo professor e constitucionalista Paulo Bonavides. E com a globalização outras já foram pensadas para acompanhar os avanços da tecnologia. Nesse sentido, José Alcebiades Junior concebeu a quinta dimensão, a dos direitos da realidade virtual, decorrente do desenvolvimento da cibernética (BECHARA, 2005, p. 33-37). Portanto, o direito ao livre acesso da informação deve ser destinado a todos os que queiram recebê-lo, sem individualizar e/ou dividir informações que virão a ser transmitidas aos seus futuros usuários. E através da segurança jurídica estabelecida pela norma constituinte almejasse alcançar o bem comum; cabe nesse momento a colocação do consultor jurídico Marcelo Bechara, o qual afirma que “qualquer política de inclusão digital não é nada mais do que a garantia plena de uma conquista há muito consolidada internacionalmente […] os avanços tecnológicos devem ser compartilhados entre todos, sob pena dos direitos mais personalíssimos do ser humano restarem cada vez mais distantes”.

A importância da inclusão digital para os cidadãos pode ser observada em toda a sociedade como um fator de transformação social, pois reflete diretamente na realidade da população. Novos projetos são pensados e implantados com a finalidade de incluir as camadas de baixa renda nesse mundo virtual. Entretanto, para que haja uma visível mudança no crescimento do Estado brasileiro, faz-se necessário investir também na educação (preparações pessoal e profissional), considerando que os pressupostos relacionados às áreas sociais, culturais, políticas e econômicas compõem uma estrutura complexa, que vise o bem comum (o interesse público; coletivo).

Fonte: http://www.webartigos.com

LIVRO E GAME

Por Isabel Aguiar ( http://profisabelaguiar.blogspot.com.br/)

Jogar videogame é muito bom!! Mas jogar videogame e aprender sobre a literatura nacional e viajar nas histórias dos grandes clássicos é melhor ainda.
O escritor e roteirista Toni Brandão é o responsável por essa maravilha. Com apoio da Fundação Telefônica Vivo foi lançado na Bienal do Livro de São Paulo.
Mais um indicativo de que a cultura    digital pode promover o acesso dos jovens a leitura e ao conhecimento. Temos disponíveis três games: Memórias de um Sargento de Milícias, Dom Casmurro e O Cortiço.

Para jogar é só acessar http://www.livroegame.com.br/

VALE A PENA SER PROFESSOR NOS DIAS DE HOJE?

Por Isabel Aguiar

Ser professor no Brasil é uma tarefa duríssima.
Basta visitar as páginas de jornais espalhados pelo território nacional, para se deparar cotidianamente com reclamações, greves e violência.

E se não bastasse isso tudo, ainda temos sindicatos pelegos, categoria desunida e a triste concepção de que o profissional por ganhar pouco deve ser desvalorizado.
Felizmente temos as nossas compensações. Quando, por exemplo, vemos nossos educandos evoluindo e reconhecendo nosso trabalho, isso é extremamente gratificante.
Hoje (15/10/12) não ouvi nada a respeito ao dia dos professores nas rádios governamentais ( rádio Assembléia e Radio Senado), nos jornais aqui do Ceará não vi nada de destaque referente a data, a não ser uma charge abordando as eleições municipais de Fortaleza na qual os dois candidatos não dão a mínima para a educação (pra variar). Entra ano , sai ano. Desde que me entendo por gente é essa mesma lenga lenga.

 

Pensando em tudo isso fica a pergunta: VALE A PENA SER PROFESSOR ?

Na minha opinião vale, AINDA. Não sei se pensarei da mesma forma daqui ha dez anos.
Acredito que com o uso de novas TECNOLOGIAS, com a capacitação dos profissionais, isso melhore.
É uma questão muito complexa, um problema que se arrasta por décadas.
Mas o que fazer pra mudar esse quadro?  O que podemos fazer enquanto sociedade civil com relação a isso?

Visitem o blog: http://www.profisabelaguiar.blogspot.com.br/