Desigualdade ainda marca o Dia da Infância

Muitas crianças ao redor do mundo vivem em situações extremas:  falta de saneamento, alimentação, saúde e educação básicos. Foi pensando nessa atmosfera que a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) instituiu, em 1995, o dia 24 de agosto como o Dia da Infância. Diferente do dia 12 de outubro (data em que comemoramos o Dia da Criança), aquela data tem por objetivo levar as pessoas à reflexão sobre as condições sociais das crianças de todas as partes do globo.

As crianças, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos das Crianças, devem ser criadas em um ambiente no qual sejam providos seus direitos básicos, tais como: alimentação, saúde, lazer, educação, liberdade, ambiente familiar; e devem ser protegidas da exploração, violência e negligência.ImagemMas, segundo um levantamento da Unicef (o Relatório da Situação Mundial da Infância, de 2012), esta realidade que prevê a Declaração Universal dos Direitos está muito longe de existir: 121 milhões de crianças não têm acesso à educação; cerca de 1,5 milhão são submetidas ao trabalho forçado ligado ao tráfico; é estimado que, em 2008, 215 milhões de crianças (de cinco a 17 anos de idade) estivessem envolvidas no trabalho infantil; mais de um bilhão sofrem pelo menos um tipo de privação, o que representa cerca da metade das crianças no mundo vivendo na pobreza.

Ainda há muito a ser feito para que elas tenham seus direitos básicos assegurados. Aqui no Brasil, mesmo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, ainda há situações de extrema desigualdade, discriminação e opressão contra a criança. Quem são as crianças brasileiras? Como vivem suas infâncias? Quais seus desejos, suas necessidades, seus sonhos, seus conflitos, suas vontades? É o que Ana Lúcia Goulart de Faria e Daniela Finco tentam responder no livro Sociologia da Infância no Brasil – Editora Autores Associados.

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O livro pretende explorar a questão da diversidade cultural, social e étnica da infância no Brasil, abordando a reflexão sobre os discursos que constroem verdades absolutas sobre a infância, e rejeita  a arrogância da certeza teórica que se pretende homogênea.

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